Brasil respira aliviado: CDS cai e Bolsa sobe após 1º turno

Destaques
- •Custo do seguro contra calote do Brasil atinge menor nível desde fevereiro de 2020.
- •Mercado reage positivamente à expectativa de medidas fiscais mais rígidas em um eventual governo Bolsonaro.
- •Otimismo impulsiona a Bolsa, derruba o dólar e juros futuros, mas consolidação depende de ações concretas.
O Credit Default Swap (CDS) de 5 anos do Brasil despencou para 110 pontos, o menor patamar desde fevereiro de 2020. Isso sinaliza uma melhora na percepção de risco internacional sobre o país.
A virada no humor do mercado vem logo após o resultado do primeiro turno das eleições presidenciais, com a expectativa de que um eventual governo Flávio Bolsonaro adote medidas de contenção de gastos e estabilização da dívida pública.
Essa confiança se refletiu na Bolsa brasileira, que disparou, e na queda do dólar e dos juros futuros. O Tesouro Nacional aproveitou o otimismo para captar R$ 33,3 bilhões em títulos prefixados.
No entanto, a manutenção desse cenário positivo dependerá da capacidade de um futuro governo em transformar propostas de ajuste fiscal em medidas concretas e aprovadas pelo Congresso. 📉